Erasmus tips ou de qualquer outra natureza (propostas de namoro, sexo louco e selvagem, you name it) - trippingnacracovia@hotmail.com, se não nos estivermos a tripar, respondemos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
(post dedicado a todos os nossos amigos que não apagaram o blog dos Favoritos quando leram o post anterior)
sábado, 29 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Os bares de Cracóvia I
Assim sendo, comecemos pelo cliché mais cliché de todos que até enjoa só de pensar: o Frantic. Ora isto é uma espécie de Lux aqui do sítio, mas em mau. Todo o troglodita lá aterra, isto, claro, devido à forma requintada como os security monkeys despacham betinhos e acolhem tchê máno's e pimps.
Nós nunca lá entrámos propriamente, também nunca tentámos, é verdade. Mas ouvimos histórias, e isso basta-nos. Isso e amarfanhar um Big Mac sentadas no degrauzinho do McDonald's cuja vista dá mesmo para a entrada do Frantic. Juro, é melhor do que ir ao circo em época de Natal.
Acho que aqueles.. seres, quando se estão a vestir para a night pensam qualquer coisa como: "epá, deixa cá ver quais são as calças mais mostra-tomates que tenho. Sim, porque o gajedo tem que ver bem aqui o material, se pudesse andava com uns néons a apontar aqui para o Messi das pilas, que isto é pequeno mas trabalha com'ós grandes!". E pronto, isso e uma camisinha preta ou lilás brilhante, vai bem com o sapatinho de bico e ala para o engate.
Senhores, este é o típico machóman que entra no Frantic e, claro está, engata.
Se fores um fofinho de Lisboa, calça de ganga no ponto, camisinha branca para fora a mostrar um nico do pelito, botinha Merrell ou Timberland ou raio que o parta, nananinanão. "Parece que vais fazer uma caminhada nas montanhas, bazê".
Não entrando neste mui nobre estabelecimento, um gajo vai ter ao Shakers, ali ao ladinho, assim com'ássim vai dar ao mesmo. E vai, no fundo, vai. Bebidas caras que dói, miúdas sobreproduzidas, músiquinha de há 5 anos atrás e muita mangueira, tudo com a mesmíssima ideia.
Se querem noites com erasmAs (desde turcas, lituanas, romenas, eslovenas, checas, russas, fáceis fáceis) têm o Diva. Todo o estrangeiro lá vai à procura de gado fácil, só que às vezes são caçados e calham-lhes as "profissionais do prazer". Giro deve ser a manhã a seguir quando a rapariga lhes pede guitos "para o táxi". Cién, igualito.
Prozak. Todo o estudante erasmus lá vai parar um par de vezes por engano, tal é a publicidade. Nunca percebi muito bem como aquilo funciona, ora há guestlist ora não há, ora estás muito bebêdo para entrar, ora não. Demasiada salsa, esfreganço a dar com pau (piadola), festas temáticas q.b. mas a cerveja é cara para o espaço. Já para não falar do ambiente... A menina não gosta, pronto.
Depois temos o Afera aos domingos que também não passa muito do standart: músiquinha comercial e ultrapassada, mas com bebida baratíssima, espaço para conversar (se não forem adeptos de bailarico como moi meme), espaço para fumar (muito importante, que isto agora com a lei anda pela hora da morte e está um frio desgraçado), muito erasmus, muita gente, beca beca. Thumbs up.
Para "arrematar", vá, não implorem mais. O Kitsch, antigo (pfff, AHAHAHA) bar gay, é bom para o after hours. Nem pensar ir para lá antes das 3h da manhã (a não ser que queiram morrer sufocados ou andar ao estalo), músiquinha antiga mas boa (principalmente se estivermos com os copos), muito engate, só vai para casa sozinho quem quer (e fizer que já não está a ver bem), check para a sala de fumos, preços acessíveis e poles (just in case).
A propósito da falta de tempo
Pudera, são três contra uma!
Aqui a do lado, a outra
sábado, 22 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Nós vamos parar ao Inferno
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
tradicional vs rebuscado

terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Dos desejos
A verdade é que esta terrivel doença que é a constipação praguense tem muito que se lhe diga. A mim, por exemplo, para além de todos os germes, atacou-me também com desejos. Não, não estou grávida. Mas acho que a ranhoca vai começar a sair com cara de cheesecake se a A. não me for buscar um entretanto.
O cair de um mito
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Parabéns, Croissant!
Akropolis
Nós devíamos ter desconfiado. Nós devíamos ter percebido que um lugar que fica a cinquenta e quatro mil quilómetros do centro da cidade, num bairro homólogo à Cova da Moura, não pode ser coisa boa. Mas não desconfiámos, mesmo quando aquilo de fora parecia um prédio prontinho a ser demolido. Entrámos à mesma, desembolsando 30 CZK. Descemos umas escadinhas e estávamos num sub-mundo. Corredores e mais corredores que levavam a duas salinhas: uma hardcore, com música daquela que entra na cabeça e nos começa a fazer ver pontinhos luminosos onde devia estar uma cara; outra com música assim baixinha, agradavelzinha. Óptimo para nós e sentámo-nos. O lugar em si parecia uma coisa que só vampiros ou foras-da-lei frequentariam. A luz também era coisa escassa. Só sabíamos onde estava uma de nós quando ela falava.
Praga, que cidade do caralho! III
Praga, que cidade do caralho! II
Pista: a bota está sobre um pedal.
Senhoras e senhores, eles têm um Museu das Máquinas de Sexo. Um museu com todo e qualquer objecto sexual desde os primórdios da Humanidade até aos dias de hoje. Têm inclusivamente toda uma secção dedicada ao sadomasoquismo. Uma coisa de medo, muito medo. É um lugar onde podemos sentar-nos no conforto de uma salinha a apreciar um filme pornográfico espanhol dos anos 20. E quem acha que por ser dos anos 20 é uma coisa soft onde o máximo que se vê é um tornozelo descoberto ou um ombro desnudado, engana-se! A pornografia hardcore nasceu nos anos 20, arriscamo-nos a dizer. Já para não falar no estranho que é estar na salinha com mais algumas quinze ou vinte pessoas. Olhares desconfortáveis, esgares, risinhos tímidos foram uma constante.
Está percebido agora o serem o principal exportador de pornografia a nível mundial?
Praga, que cidade do caralho! I
A praça principal com a Igreja de Nossa Senhora Diante de Tyn (qué feito da entrada? Não há.).
(post tardio, mas muito a tempo)
sábado, 15 de janeiro de 2011
Da próxima vez que jogarmos ao "Nunca" já vamos poder beber quando disserem:
Eu nunca quase fiquei apeada na fronteira sem ter a moeda do país para comprar o bilhete de comboio e como tal...
Eu nunca entrei num país sem bilhete.
Eu nunca paguei para checkar.
Eu nunca apelidei dois coreanos de Thai e Zé.
Eu nunca fui apanhada pelo Thai (ou foi pelo Zé?) com as calças na mão.
Eu nunca passei uma secção inteira de um museu de olhos fechados e em passo acelerado.
Eu nunca paguei 100 qualquer coisa por uma revista.
Eu nunca atravessei um rio de metro.
Eu nunca vi o Super Mário ao vivo e a cores.
Eu nunca vi o gajo mais giro do mundo.
Eu nunca fiz a dança do "Marry me" do Glee.
Eu nunca fiz a dança do "Marry me" do Glee a atravessar as passadeiras de Praga.
Eu nunca dei um concerto de músicas dos Glee na estação dos comboios de Praga.
Eu nunca ouvi ninguém a sniffar.
Eu nunca estive num bar de queimados.
Eu nunca cavalguei um bebé.
Eu nunca personifiquei uma estátua como algo suado e másculo.
Eu nunca vi um alien a servir num bar.
Eu nunca pensei em usar bling-blings, tal era a quantidade.
Eu nunca cantei "I just had sex" pelo metro de Praga.
to be continued..


