Mostrando postagens com marcador cracóvia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cracóvia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Alerta: momento mete-nojo

Eis-nos chegadas à recta final dos preparativos deste nível do jogo que começou há pouco mais de sete meses. Daqui a quinze dias, por esta hora, estamos agarradas uma à outra a chorar e a tentar dormir por turnos, nesse bonito aeroporto de Luton (em Londres? Hm hm... Não, nos arredores. Vá, a 50 km. Ok, não é Londres, é Luton.).
As férias, as férias... Curtas, incertas e solitárias. Pronto, solitárias não. Fresquinhas. Que é como quem diz sem os Tós da vida, os Manéis ou os Joões. Nada a temer.
Quem mandou as princesas irem para o Avante? E para Milfontes? E para o Algarve? Diz que ir de férias zera a conta. Pasmadas que só nós, constatamos que os primeiros meses em terras cracovacas (? craaaaco...vienses...? cracoveiras? cracovianas...?) não se adivinham fáceis.
O que nos leva à parte sensível e mete-nojo deste post. Pessoal, a sério. Parem de nos pedir festas e bebedeiras e abracinhos e beijinhos e táxis para se irem despedir ao aeroporto. Nós vamos chorar. Muito. Não vai ser bonito. 'Bora não dificultar. São seis meses. Seis meses é dois terços de uma gravidez, é a duração de um semestre (seis meses, um semestre. Got it.), metade de um ano, 180 dias ou coisa que o valha (isto equivale a muitas refeições, sim, têm razão se calhar este não é o lado bom da coisa), mas são apenas seis menstruações ('tá bem? Nada de brincadeiras, amiga.). Parece muito? Parece. Mas não é.
Depois de alguns e-mails (que, na verdade, foram mais q'às mães), muitos insultos e alguns eu-vou-lá-eu-vou-lá-e-vou-lhe-à-boca-a-ver-se-ele-não-percebe, temos onde ficar durante aquela primeira semana. Não por 300 PLN, mas por 80. Estão a ver? Com boa-vontade, tudo se consegue.
Aproveitamos este momento para deixar os mais profundos agradecimentos ao ESN da UJ (vira o disco e toca o mesmo, pedimos desculpa mas tem de ser). Benditos sejam que já ocupam lugares nos nossos pequenos corações. Prestáveis que só eles. Competentes que só eles. Apetece levar-lhes muitos pastéis de Belém, galos de Barcelos e tupperwares de cozido à portuguesa. Pois que temos mentoras de seus nomes Joanna e Natalia, que só vêm comprovar a nossa teoria de que, na Polónia, as miúdas brincam às mamãs e mamãs. Tanta excitação e palavras fofinhas rapidamente se nos assemelham a psicopatia e nos tentam a puxar do nosso pepper-spray. Não, sem querermos ser mal-agradecidas, são simpáticas que são, mas...
Outra, que 'se não fosse verdade até tinha piada'. Este ano, a nossa Faculdade resolveu que temos que pagar a primeira prestação das propinas antes de nos pormos a andar q'isto-a-gente-sabe-lá-se-elas-não-lá-ficam-casam-e-têm-filhos-e-depois-é-que-nunca-mais-pomos-a-vista-em-cima-das-propinas. E como nós temos dinheiro que é uma coisa louca, toca de sim senhor, 'bora lá pagar tudo o que a Faculdade quiser. Que deixar a Faculdade no prejuízo é que não. Querem ter educação superior, não querem? Despejem os bolsos que já começa a onda de poupança que vai reinar por estes lados nos próximos tempos.
Isto hoje é assim corridinho, atafulhado e atabalhoado que as listas de afazeres e arresolveres e adesenrascares vão se amontoando e as nossas cabeças não dão para tudo.

(entra o violino...)

E é tocando os últimos acordes nas nossas guitarras que as colocamos em repouso durante seis meses, é aterrando em solo recheado de portugueses do último salto ao som d'A Carvalhesa que deixamos as festas de Verão, é sorvendo a última gota da melhor caipiroska que nos despedimos do calor e é de lágrima no olho que cantamos aos que ficam «um abraço destas que tanto vos querem, somos capazes de ir aí pelo Natal».
yours truly,

PS. desculpem o momento mete-nojo II no finzinho mas queríamos mesmo dar um ar dramático à coisa, isto porque, princesas que se prezam têm direito a merdas destas, se têm!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

novidades

Então, fofinhos, como estão? Essas férias? Aposto que estão fartos de bater com a cabeça na parede a pensar onde andaremos, o que nos terá acontecido, enfim, quando as saudades apertam, vale (quase!) tudo. A propósito, pedimos por favor, que façam um esforço para controlar a urgência de nos enviar e-mails. São tantos que não temos mãos a medir!
Então, é verdade, não temos escrito tanto quanto gostaríamos (apesar da vontade ser muiiita, ok?), só que temos tido compromissos importantíssimos aos quais não podemos faltar. Imaginem uma chaise-longue angustiada porque lá alapámos o rabo 5 minutos mais tarde daquilo a que, religiosamente, a habituámos ou toda uma praia em alvoroço porque se lhe faltava a mais bonita sereia. Não ia ser bonito, que não ia.
Ok. Desculpas: check.
Agora. Em dois dias, o nosso mundinho virou de cabeça para baixo, achocalhou-se, transpirou-se, resfriou-se e, finalmente, endireitou-se para se mostrar mais composto do que nunca.
Pois é. Recebemos a carta oficial da Universidade Jaguelónica em casa, aquela que diz que fomos oficialmente (carta oficial, oficialmente, confere.) aceites para o Programa Erasmus. Apesar de badalhoca e com cara de quem já tem uma longa experiência de vida com tudo quanto é reboliço para contar, a carta e os documentos que para lá vinham, provocaram os ditos mixed feelings. Se, por um lado, ficámos muito agradadas por receber um mapa da (um bocadinho) Cracóvia e umas quantas estatísticas que mostram o quão linda e solicitada é a Polónia e a UJ, por outro, PESSOAS, UM MAPA EM POLACO? Então, vá, devagarinho, vamos lá esclarecer isto de uma vez por todas, por mais óbvio que seja, por mais simples que possa parecer e primário e básico e tuditudo, um mapa em polaco será sempre um ma-pa-em-POLACO. Aliás, estamos a pensar retribuir o favor, afinal de contas os senhores deram-se ao trabalho de imprimir um mapa colorido e anexá-lo aos documentos importantes. Ora então, podem esperar (que vai chegar, ahn?) um convite 'oficial' aqui das princesas para vossas excelentíssimas superioridades, a fim de virem passar uns dias a esta humilde terra que dá pelo nome de Lisboa. A sério a sério, venham que cá vos esperamos. Até vamos juntar (ao convite) um mapa do Bairro Alto, em português claro, um mapa é um mapa, não é?, e depois vai ser ver-vos num Peddy Paper apressado à nossa procura. Ou à procura de um sítio para ficar. Sim, porque só vos arranjamos quarto para a segunda semana que cá passarem, ou terceira, ainda não sabemos bem quando vaga. O que nos leva ao segundo ponto. Nós avisámos que iriamos chegar à Cracóvia dia 22, as aulas começam logo no príncipio de Outubro, até aqui, tudo muito bem pensado. Sendo que, apesar de termos direito à residência (Yey! Piast qualquer-coisa-que-pode-muito-bem-ser-'motel'-'de'-'meninas' aqui vamos nós!), só podemos dar entrada a 29. You do the math. Quais são as soluções? Hostel ou guarida em casa de um mentor a designar. Ai... estamos tão mais aliviadas agora.
Se a bolsa que nos foi atribuída fizesse parte da bagagem já, a coisa dava-se. Assim... nem o sonho dos 259€/per capita nos mata a fomeca. Bolsa, vemos-te em Dezembro, sim? Isto se (ai não adoram a Cracóvia e a Polónia e os Erasmus e isto tudo) conseguirmos, efectivamente, recebê-la. Então, o BES roça o incompetente. É verdade, pasmem-se com tal realidade. Os Visa Electron que as meninas têm, pelos vistos, não funcionam em tudo o que para uma qualquer miúda normal (e loira) aparenta ser uma caixa multibanco. Não serve, não trabalha, não é sinónimo de pilim. E mais, ficámos com a impressão que se aquilo tem euros, sairão euros, mesmo lá (lógica da batata). Das duas uma, ou vão-nos comer até ao tutano porque pensam que não sabemos a Conversão 101 ou não pagamos e eles chamam a polícia. Já podemos imaginar...
Aaaah, outra coisa, já ouviram falar de Orientation Week? Sweeeeeet! Cada vez gostamos mais do pessoal do ESN, são mesmo fofinhos e preocupam-se connosco e convidam-nos para coisas e 'apresentam-nos' os nossos futuros colegas erasmus.
Ui, horas e horas passadas no Facebook a avaliar perfis e a fazer umas contas de cabeça, ai a oferta...
E assim de repente, está-se a apoderar de nós uma moleza dos diabos. Na terrinha faz calor, ardem coisas, os carros enchem-se de lama, as obras não têm fim, o pessoal da Segurança Social continua no topo da incompetência e sobe no ranking da burrice, enquanto que os granizados dominam as mesas das esplanadas e os amigos (sim, temos disso, não muitos) começam a aperceber-se de que 'estas vacas vão mesmo!'.
Pois é. Guardem as lamechices para vocês, pessoas estranhas, e vão para a praia. Nós vamos andar por aí a tentar sugar o calor para uma caixa de Candora (...) para o podermos transportar para a Polónia em Setembro.


Zzzzzzzzzzz Zzzzzzzzzz...

terça-feira, 6 de julho de 2010

ai esperem, deixem-nos só olhar um bocadinho para o blog..


Coisa mai linda, cutxi cutxi cutxi. Vá, mas ignoremos o fundo, é difícil nós sabemos (está mesmo giro, não está?), e falemos de coisas sérias. Já estavam a pensar que nos tinham raptado, não é? Descansem que a partir de agora comprometemo.nos a dar as caras por aqui mais regularmente, até porque vamos entrar de férias.. sim, só agora. A verdade é que, duas vezes por ano, sentimos necessidade de nos submeter a um tipo de tortura medieval que é estudar. E perguntam vocês, verdinhos da silva, não deveriam as princesas estudar durante todo o semestre? Oh fofinhos, vê.se mesmo que não fazem os tpc's.. se nos conhecessem saberiam que, as princesas, nós, portanto, quando queremos fazer alguma coisa, é à séria. Nada de atalhos, dividir a matéria em duas épocas, é para meninos. Sendo assim, parece que a conta que Deus fez foi, não três, mas sete cadeiras. Tudo isto para ser estudado numa semana. Who's your mamma?
Agora.. passamos? Isso já será conversa para outros carnavais, agora temos outras notícias para vós, não nos alonguemos que amanhã ainda é dia de exame.
É facto que os polacos, ou as polacas, ou só a Justyna vá, estão ansiosos pela nossa chegada. Estamos desconfiadas que seremos, não estudantes eramus, coisa estúpida de se pensar, mas sim, noivas por encomenda. Com direito a formulários com perguntas do género: 'que tipo de pessoa és? e que tipo de pessoa procuras?', quais sites de matchmakers online com coraçõezinhos e fotografias 'eu no camelo, eu em tronco nu, as minhas maminhas, eu a pensar, eu a tirar fotografia a mim próprio(a) ao espelho'. Não, vamos não divagar. Nós confiamos nos mentores do ESN (pessoal, good stuff).
A propósito, queremos tornar público o nosso agradecimento às almas caridosas, ex erasmus, que atenderam aos nossos apelos e nos revelaram informação preciosa (aos que atenderam e aos que se viram obrigados a atender, porque nós não íamos de facto desistir, os vossos ips revelam mais do que vocês gostariam, muaaahahh).
Voltemos à tal informação preciosa. Estamos muito aborrecidas. Pois é, temos que admitir. Não vamos fazer cadeiras na ilustre Polónia, parece que vamos ter a nossa cargo um projecto, projecto esse que só teremos que apresentar no final do semestre e que nos dará equivalências a todas as cadeiras correspondentes cá. Ora exactamente, já perceberam. Logo no semestre em que as princesas se tinham comprometido a ir às aulas todas, trabalhar para subir a média (que anda linda linda há dois anos), não nos deixam. E, se o tem que ser tem muita força, sendo nós fraquinhas fraquinhas, resta.nos aceitar as condições. Más, não é?
Não, hoje, não nos despedimos de forma espirituosa. Vocês não merecem. E está calor. Aí não?

PS. Distraiam.se a matar melgas. Nem que seja só por solidariedade. Se tiverem fenistil, será bem vindo também.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Update muito pouco updated

Pois que são 4 da manhã (eeeeh bem bom) e nos encontramos a braços com uma qualquer cadeira do cursinho, cadeira essa que não nos interessa nem a nós, quanto mais ao Menino Jesus que há-de ter bem mais coisas com que se interessar. Mas não é para ouvir falar dos nossos pseudo-académico-dramas que vocês se deslocam a tão ilustre recanto.
Update, não é? Então update seja. Neste momento, já temos todo um encadeamento mental sobre os próximos passos, mas nem por isso semelhante acção.
Percebemos que se queremos alguma coisa feita, não, não pedimos ajuda aos coordenadores Erasmus e não, não tentamos falar com estudantes que já lá estiveram (se os há por aí, que se acusem!). Porque não é para isso que eles cá estão. Os coordenadores não estão cá para... coordenar? os estudantes que vão para o outro lado do mundo. Estão cá para dizer variadíssimas vezes «Pois, não sei. Suponho que tenham que contactar a faculdade polaca, não é?». Para isso eles estão cá. Ah não sei quê passos fofinhos, pessoas que ajudam, secretaria bacana, é para isso que nós cá estamos, qualquer pergunta, disponham. Não. Não existe. Se queremos ir de Erasmus, arranjamos um patrocínio do Google translator e lá vamos nós. E vá de traduzir todo um site, com várias ligações para outros sites, claro. Vá de desencantar um qualquer plano de estudos que tanto pode ser de Biologia como de Educação Física (Para elas e para eles. Segregados. Que não há cá misturas.) Pergunta pertinente: «Pessoas da Polónia, vulgos polacos, vocês das duas, uma: ou viram-se para dentro, que é como quem diz brincam convosco, ou seguem a moda e «carne com carne, peixe com peixe», certo? Vá, contem tudo.
Então, vá, coisas que, de facto, contribuam para vos facilitar a vida e não andarem como nós: Learning Agreement. Cadeiras com 1 ECTS é coisa muito em voga lá fora. Nós é que somos pequeninos, não se iludam. Há lá coisa mais gira que fazer 30 mil cadeiras em 6 meses? Pois com certeza que não há. Uma pessoa vai para fora é para estudar! Então e vida? Vai ser bonito...
Alojamento. Cheira-nos que (ouvimos dizer assim muito por alto, que isto ninguém diz nada, ninguém sabe de nada) as residências não são grande espingarda. Não é que nós não gostemos de pequenos roedores como companhia. Somos ou não somos pretensas biólogas? Mas é aborrecido ir dormir sem saber com quem (ou com que espécie de animal) iremos acordar no nosso leito. Nós até somos raparigas modernos e conhecemos (através de amigas, claro) os benefícios dos one-night-stands, mas todo o santo dia ninguém merece. Põe-se uma pergunta: quem acha que não vamos ter uma sanita onde aliviar a tensão e pensar sobre a vida, levante a mão.
Novidade das novidades (e pasmem-se os que nos tinham por poliglotas): as meninas não falam polaco. Ah pois é, que grandes safadas, então vão para a Polónia e não falam polaco? Esperem, esperem, então mas falamos inglês, não devia chegar? Sim, mas parece que é língua que ainda não chegou à comunidade trabalhadora (supermercados, cafés, restaurantes). Então, parece que comer está fora de questão. Mas também não são só 6 meses? Estamos a desenvolver um Google translator de bolso. Acreditamos que já os haja, portanto, apelamos à vossa solidariedade (à vossa compaixão. Vá, pena).
Agora! (todos juntos) «A Easyjet é nossa amiiiiiga, a Easyjet é nossa coleeeeega». Até ver, viagenzinha por menos de 100 euros. Digam lá que não é uma pechincha. Resta saber se a viagem inclui bicicletas ou trotinetas, pronto, que (como se vê) não somos raparigas exigentes. Já estamos estar uma madrugada na bela cidade de Londres. De todas as horas do dia que há para visitar Londres, nós vamos das 23h até as 7h da manhã. Vamos aos museus, aos parques, aos palácios, que vamos! Vai ser ver-nos a correr uma Picadilly Street de malinhas atrás com o Sol a raiar. Mas prometemos fotografias (prometemos?).
Visão geral: está tudo encaminhado, como se nota. Nada a temer. Nós é que sabemos andar nisto, pequenos fungos.

Até horas mais sadias (que também as temos)!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Pois então diz que é assim. Ahmm. A ideia principal é mesmo essa, ERASMUS. Coisa que vocês (tu mãezinha querida) ainda não tinham percebido com certeza, certoo? Soubemos, nós as moçoilas pois claro, há poucos dias que fomos aceites por um semestre, e somente um semestre (vamos não abusar), nesse bonito lugarejo que é a Cracóvia.
Falemos agora um pouco da Cracóvia; Polónia. Frio. Pronto. E é mais ou menos esta a nossa bagagem. Sim porque contra todas as expectativas, se é que as havia, nós entrámos meeesmo. E se é para ir de erasmus, não há cá meninos, vamos como deve de ser. Rumo ao desconhecido (alfabeto bonito o vosso, ahn?), sem tusto no bolso (que bolsas só lá para Julho), esperamos encontrar um banquito onde estender a mantinha e acampar. Ai que já podemos sentir o friozinho das agradáveis (consta que sim) noites polacas!
Ora informações é coisa que não abunda do lado dos nossos compinchas polacos que parecem decididos a impingir-nos um curso de Filosofia, coisa que, sim senhora, até seria giro. Não fossemos nós de Biologia, a coisa até se dava! Está difícil estabelecer uma ponte de comunicação, pois é, sôr coordinator Braksjbaiski? Fica desde já avisadito que, quando fizermos a troca de prendas no Natal, lhe calha um 'English for dummies' no bucho, ninguém mandou faltar às aulitas!
Outro assunto. Natal. Pois que os nossos pais são pessoas chegadas ao cozidito ao domingo, a um pôr-do-sol na companhia do Benfas e, claro, a um Natal com direito a todos os 350 milhôes de bacalhaus que se comem nessa época, vá-se lá entender esta gente estranha... E, como ainda têm amor às filhas mai lindas que têm, gostavam de por cá nos ter nesta tão bonita quadra. Querias? Querias. Mas é aqui que a porca torce o rabo. No money, no funny. Ou, neste caso, no money, no passar-o-natal-com-pai-com-mãe-com-avô-com-tia-com-prima-e-tuditudo.
Minha gente, meus bons amigos (podemos tratar-vos assim from now on? óptimo, vamos entender-nos qu'é uma maravilha), quaisquer testemunhuzitos serão bem vindos. Nem que seja a vizinha da amiga do tio que tem um cãozito Golden Retriever que acidentalmente se viu sem coleira na Cracóvia, contem-nos tudo.
Andaremos por estas bandas. A queixar-nos. Sempre.
So long.